Há 40 anos, Elvis deixava os palcos… (parte I)

“Elvis já deixou o estádio…”. Com essa frase Al Dvorin costumava encerrar os shows do maior cantor de todos os tempos.

Elvis já deixou o estádio…

Há exatos 40 anos, Elvis Aron Presley, o Mestre dos mestres, se exibia em público pela última vez. O show aconteceu no Market Square Arena em Indianapolis, capital de Indiana, nos Estados Unidos.

Esse show foi o último da turnê “Elvis In Concert”, e na verdade, com pouquíssimas alterações no repertório, era o mesmo show que Elvis vinha apresentando desde 31 de julho de 1969, quando voltou a se apresentar ao vivo em Las Vegas, Nevada. Somente em alguns shows, por volta de 1973/74, ele mudou o repertório, porém como o público sempre gostava do “mais do mesmo”, ele repetia o mesmo repertório show após show, o que acabou se tornando um tédio com o passar dos anos.


As músicas tocadas foram: See See Rider, I Got A Woman, Love Me, Fairytale, You Gave Me A Mountain, Jailhouse Rock, It’s Now Or Never, Little Sister, (Let Me Be Your) Teddy Bear, Don’t Be Cruel, Release Me, I Can’t Stop Loving You, Bridge Over Troubled Water, Early Morning Rain, What I’d Say, Johnny B. Good, I Really Don’t Want To Know, Hurt, Hound Dog e Can’t Help Falling In Love.

Essa ultima turnê “Elvis In Concert” durou 10 dias, foi vista por mais de 115 mil pessoas e percorreu as seguintes cidades:

Não é a toa que dizem que um dos grandes responsáveis pela deteriorização da saúde de Elvis foi o Coronel Tom Parker. Nesse período de 10 dias, Elvis percorreu mais de 5 mil quilômetros fazendo um show por dia em uma cidade diferente. Isso somente nessa última turnê! Honestamente não há quem aguente um ritmo tão puxado. Mas fazer o quê? Eram os anos 70, e os esquemas de grandes turnês estavam engatinhando, e o que realmente importava para o Coronel Parker (empresário de Elvis) era a grana que entrava.

Coronel Parker e o ouro de tolo

Por falar em Coronel Parker e sua lendária ganância, Larry Geller (cabeleireiro de Elvis) disse que viu o Coronel perder em Las Vegas num jogo de cassino, em uma única aposta, o equivalente a U$ 1.500.000 (isso mesmo amiguinho (a) você não leu errado, Hum Milhão e Meio de Dólares!!!!!). Por causa desses débitos altíssimos em Vegas, o Coronel colocava Elvis para cumprir uma agenda tão apertada e isana! Era apenas money, money, money! Você deve perguntar por que Elvis permitia isso? Bom, isso é uma outra história e cabe em outro post que qualquer dia eu conto aqui.

Não importa se você gosta ou não de Elvis, analisando a história do Rock,você perceberá que ele é o maior de todos, sendo reverenciado por outros grandes nomes, tais como:  Beatles, Stones, Clapton, Led Zeppelin, etc.

Eu particularmente acho que, daqui a mil anos, ele ainda será lembrado, assim como Beethoven, Bach ou Mozart. Gênios do seu tempo!

Por falar em tempo, devo frisar aqui que sua saúde pode ter se deteriorado, porém sua voz permaneceu intacta. Assista a apresentação completa no link abaixo e confira a performance de “Hurt”. Porém essa história não acaba aqui. Em breve há sua continuação!

Por hoje é só amiguinho (a). See you next post!

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Denilson Carreiro

Denilson Carreiro é baixista, cantor, compositor e produtor musical na banda Bumerangue Carma.

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